A lagarta quer virar borboleta e então sair
desse tremendo vazio e solidão, pode voar para perto do arco-íris e só então
demonstrar tamanha imensidão que uma pequena borboleta é capaz de mostrar. E
então, ao liberta-se dessa solidão, a borboleta então poderá se sentir
acompanhada do vento que a sopra e a faz bater as asas, livre a voar. A
borboleta não pretende ir tão longe, só ao máximo onde ela pode chegar, e o
limite, só ao voar ela saberá. A lagarta então ficará em um passado não muito
distante, mas sempre que a borboleta bater as asas, ela irá lembrar que, um
dia, antes disso acontecer, ela primeiro teve que se rastejar. Para sair desse
vazio e dessa solidão foi preciso rastejastes para só então perceber a
imensidão que é uma transformação. E sempre que houver uma mudança será para
melhor.
Quanto mais próximo quiseres alcançar o arco-íris, terás que enfrentar uma tempestade.
Lá do alto poderás notar que nem tudo que se deixa pra trás é tão ruim, mas tudo que se leva é um eterno aprendizado. A borboleta então percebe que não poderá mais voltar a ser uma lagarta, mas percebe que pra sair da solidão é preciso bater asas.
Quanto mais próximo quiseres alcançar o arco-íris, terás que enfrentar uma tempestade.
Lá do alto poderás notar que nem tudo que se deixa pra trás é tão ruim, mas tudo que se leva é um eterno aprendizado. A borboleta então percebe que não poderá mais voltar a ser uma lagarta, mas percebe que pra sair da solidão é preciso bater asas.
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