Nessa INFINITA HIGHWAY da vida, eu ANDO SÓ, seguindo NOVOS HORIZONTES,
pois por mais que tudo seja PERFEITA SIMETRIA, sempre há algo de pior.
Vou quebrando os CONCRETO E ASFALTO, tentando subir A MONTANHA, mas só
vejo NUVEM PASSAGEIRA. Diante de um DOM QUIXOTE, eu vou tocando PIANO em
um BAR, e a cada REFRÃO DE UM BOLERO, PRA SER SINCERO, as PARABÓLICA
(s) já não transmitem mais o que eu estou à procurar. São VÁRIAS
VARIÁVEIS, muita POSE, mas, um dia eu hei de encontrar, nem que seja
SURFANDO KARMAS E DNA. Pois não quero saber de NÚMEROS, nem de fotos
3x4. Quero saber de paixões, de amar. O PREÇO da VIDA REAL é alto, mas é
UM ALÍVIO IMEDIATO saber que, o que importa mesmo é arriscar.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
Vento, Ventania
Mesmo com a ventania, o vento não leva a saudade que insiste em pairar no tempo.
A poeira não cobre as lembranças guardadas em um armário de madeira, que depois de levar muita rasteira, virou concreto sem nexo.
A felicidade ali procurava existir.
Diante de tanto redemoinho, coube a um espanador, espanar a dor que a poeira não tapou.
Nos pulsos, pulsava a angústia de querer saber o motivo de tanto porquês.
E a nostalgia batia levemente no muro de concreto. Vagarosamente o vento tentava levar as lembranças para um doloroso e aconchegante esquecimento.
A poeira não cobre as lembranças guardadas em um armário de madeira, que depois de levar muita rasteira, virou concreto sem nexo.
A felicidade ali procurava existir.
Diante de tanto redemoinho, coube a um espanador, espanar a dor que a poeira não tapou.
Nos pulsos, pulsava a angústia de querer saber o motivo de tanto porquês.
E a nostalgia batia levemente no muro de concreto. Vagarosamente o vento tentava levar as lembranças para um doloroso e aconchegante esquecimento.
Complexidade na Alma
Trago na bagagem um livro velho e um caderno rabiscado. Palavras
confusas fáceis de serem decifradas. Lendo com alma. Ouvindo a razão
indo além do coração.
Trago uns discos de vinil, um sapato azul anil.
Procuro encontrar alguns versos perdidos no tempo.
Trago uns discos de vinil, um sapato azul anil.
Procuro encontrar alguns versos perdidos no tempo.
Foram levados com o vento.
Trago umas flores pra plantar no quintal, coberto de palavras perdidas ou talvez enfeitadas no jornal.
Tem a solidão dançando com uma canção.
A espera de uma demorada chegada.
Trago na bagagem a árdua batalha entre a paixão e a compaixão.
Trago umas flores pra plantar no quintal, coberto de palavras perdidas ou talvez enfeitadas no jornal.
Tem a solidão dançando com uma canção.
A espera de uma demorada chegada.
Trago na bagagem a árdua batalha entre a paixão e a compaixão.
Prosas misturadas com rosas.
Uma alucinação entre a lucidez e a maluques.
Trago na bagagem uma triste complexidade de um pobre coração.
Uma alucinação entre a lucidez e a maluques.
Trago na bagagem uma triste complexidade de um pobre coração.
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