quarta-feira, 17 de julho de 2013

Pássaro fiel.

E mesmo com alma despedaçada, sorriso falso, a esperança segue de pé.
Muitos sorrisos perdidos, promessas não cumpridas, abraços sem partida Sonhos estilhaçados, memórias incubadas, saudades largadas E por fim, no meio, sem fim, surge enfim um pássaro e leva-te pro alto Sem paraquedas
Sendo livre de maneira triste Sendo triste de maneira feliz Sendo viva. Sem vida.






Sorriu. Sou Rio.



De repente me vem na mente a imagem do seu sorriso. 
Sorriu. Sou rio
Sinto a correnteza te trazendo pra perto.
Anteverá. Severa. Sincera
Deslumbrado seja os que a tem por perto, flor singela, bela.
Q'eu mostre a sanidade d'alma de forma concreta, esférica.
Q'eu possa ser sorriso e rio
Q'eu corra, viva e morra de felicidade
Q'eu a dor da saudade seja curada com espinhos da rosa que causam discórdia
Q'eu possa ser dor, mas que seja prazerosa p'ra senti-la
Chega de discórdia, hostilidade, misericórdia.
E sorriu. Sou rio.








segunda-feira, 1 de julho de 2013

Le Petit

Perco-me em meio aos meus sonhos estranhos e de profunda realidade.
Viajo na ideia de você me ouvir e me entender por alguns minutos, fazendo durar uma eternidade.
Fazendo das loucuras a cura para a solidão, ouvindo Chico Buarque em meio as prosas. Vinícius nos versos e Cazuza na bossa.
Em questão de minutos tenho você e eles, e quando acordo fico só.
Volto p'ra minha realidade de livros, monotonia, sem mordomia.
Esperando chegar a noite e poder sonhar proseando contigo, ouvindo Chico, Le Petit.